Com a aproximação do verão e o aumento da exposição ao sol, a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) emitiu um alerta reforçando a importância dos cuidados para evitar o câncer de pele. 
Foto/ Ilustrativa
Dezembro marca o Dezembro Laranja, campanha nacional voltada à conscientização e prevenção da doença, que representa 33% de todos os casos de câncer no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.
No Paraná, entre janeiro e setembro de 2025, foram realizados 7.906 procedimentos cirúrgicos oncológicos envolvendo a pele.
Considerando os últimos 12 meses de outubro de 2024 a setembro de 2025 o total chega a 10.431 procedimentos.
O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, destaca que os hábitos de exposição inadequada ao sol ainda são um fator crítico para o aumento da incidência da doença.
“O verão se aproxima e é preciso reforçar os cuidados que devemos manter durante todo o ano.
O uso de protetor solar é um dos componentes mais eficazes para a prevenção da doença.
A detecção precoce garante um melhor tratamento, garantindo mais qualidade de vida para o paciente”, afirmou.
De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil deve encerrar 2025 com 220 mil novos casos de câncer de pele.
O câncer de pele ocorre devido ao crescimento anormal e descontrolado das células da pele e se divide em três tipos principais:
Carcinoma basocelular: mais comum, acomete áreas como rosto, orelhas, pescoço, ombros e costas; tem baixa letalidade e altas chances de cura quando identificado precocemente.
Carcinoma escamoso: pode surgir em qualquer parte do corpo; apresenta coloração avermelhada e pode lembrar uma verruga ou ferida espessa e descamativa que não cicatriza.
Melanoma: menos frequente, porém o mais perigoso; costuma surgir como uma pinta ou sinal escuro que muda de cor, formato ou tamanho. Quando diagnosticado cedo, as chances de cura chegam a 90%.
Entre os principais fatores de risco estão ter histórico familiar da doença, possuir pele muito clara, já ter sofrido queimaduras solares intensas, ter muitas sardas ou pintas pelo corpo, já ter tido câncer de pele anteriormente e ter mais de 65 anos.
Fonte: AENPR

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